Vitamina K na dieta reduz mortalidade geral em pacientes com esteatose hepática (NAFLD).

Vitamina K na dieta reduz mortalidade geral em pacientes com esteatose hepática (NAFLD)

 

Um estudo recente, publicado na Scientific Reports (Scientific Reports, 2 de junho de 2025), revelou uma associação significativa entre a ingestão moderada de vitamina K na dieta e menor mortalidade geral em indivíduos com doença hepática gordurosa não alcoólica (NAFLD) Nature.

 


 

O que o estudo mostrou:

 

  • A análise incluiu 7.857 participantes com NAFLD do NHANES (2005–2018), acompanhados por até 15 anos. Durante esse período, ocorreram 842 mortes Nature.

  • A cada aumento de uma unidade no logaritmo natural da ingestão diária de vitamina K (ln[VK]), o risco de mortalidade caiu em 19% (hazard ratio ajustado de 0,81; IC 95%: 0,67–0,98) Nature.

  • A relação entre ingestão de vitamina K e mortalidade seguiu um padrão em “U”: o benefício máximo aconteceu até cerca de 121 µg/dia. Acima desse valor, não houve redução adicional no risco Nature.

  • Na faixa abaixo de 121 µg/dia, cada aumento resultou em 33% menos mortalidade (HR = 0,67; IC 95%: 0,55–0,81). Já acima desse limite, a associação foi estatisticamente neutra (HR 1,07; IC 95%: 0,67–1,71) Nature.

  • O modelo preditivo, totalmente ajustado, apresentou excelente capacidade de discriminação (AUC = 0,832), indicando que a ingestão de vitamina K pode ser um indicador confiável de risco Nature.


 

Por que isso é relevante?

 

A vitamina K desempenha papel essencial na ativação de proteínas envolvidas no metabolismo ósseo e vascular, como a matrix Gla protein (MGP) e a osteocalcina, importantes para inibir a calcificação nos vasos e reduzir estresse oxidativo e inflamação Nature.

 

Pacientes com NAFLD, que enfrentam inflamação hepática crônica e maior risco cardiovascular, parecem se beneficiar particularmente de uma ingestão próxima ao limiar de 121 µg/dia Nature.

 


Aplicação prática: como chegar aos 121 µg/dia?

 

O estudo destaca que quantidades relativamente acessíveis já atingem esse teto protetor. Exemplos incluem:

  • Cerca de 100 g de espinafre cozido ou 150 g de brócolis, ou

  • Uma combinação prática, como 15 g de espinafre + 50 g de alface romana + 1 colher de chá de azeite, totalizando ~128 µg de vitamina K Nature.

 

 


 

Como indústria especializada em terceirização de nutracêuticos e cosméticos, a Ekobé está sempre atenta às evidências científicas mais recentes. A força deste estudo reforça a oportunidade de desenvolver produtos personalizados que:

  • Pré-formulem suplementos ou alimentos funcionais com quantidades ideais de vitamina K, tendo como referência o limite de 121 µg/dia.

  • Acompanhem a dosagem com substâncias complementares, em formatos alternativos ao convencional, como sachês, shots ou cápsulas combinadas com outras vitaminas lipossolúveis.


 

Referência:

 

Este post foi adaptado do estudo: “Dietary vitamin K intake associates with reduced all-cause mortality in non-alcoholic fatty liver disease patients”, publicado em Scientific Reports (2 de junho de 2025) Nature.

 


 

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